Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, a cegueira total ou simplesmente amaurose, pressupõe completa perda de visão. A visão é nula, isto é, nem a percepção luminosa está presente. No jargão oftalmológico, usa-se a expressão “visão zero”. Dessa forma, abordar o tema “Cegueira total sem déficit cognitivo aparente” requer inicialmente uma série de reflexões e questionamentos, os quais demonstram que quanto maiores as oportunidades do deficiente visual experimentar situações variadas e de interagir com o ambiente que o rodeia, maior será o nível de desenvolvimento e de compreensão do mundo.
Nesse sentido, o professor (uma vez qualificado) assume um papel essencial tendo em vista que surge a necessidade de adequar suas metodologias de ensino para o atendimento a esses deficientes, respeitando suas diferenças, desenvolvendo suas capacidades e promovendo sua autonomia.
A educação tem hoje, portanto, um grande desafio: garantir o acesso aos conteúdos básicos que a escolarização deve proporcionar a todos os indivíduos, inclusive àqueles com necessidades educacionais especiais.
Sendo assim, com base nas necessidades dos deficientes visuais o professor precisa criar atividades que utilizem a criatividade do próprio deficiente para enriquecer suas aulas e motivar seus alunos à aprendizagem. Para explorar sua criatividade, o professor necessita dominar a fundamentação teórica que embasa seu trabalho, além de ter claros seus objetivos e deixar fluir sua imaginação.
Certamente, cada indivíduo vai requerer diferentes estratégias pedagógicas que lhes possibilitem o acesso à herança cultural, ao conhecimento socialmente construído e à vida produtiva, condições essenciais para a inclusão social e o pleno exercício da cidadania. Entretanto, devemos conceber essas estratégias não como medidas compensatórias e pontuais, mas sim como parte de um projeto educativo e social de caráter emancipatório e global.
A construção de uma sociedade inclusiva é um processo de fundamental importância para o desenvolvimento e a manutenção de um Estado democrático. Entende-se por inclusão a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade. Sociedade essa que deve estar orientada por relações de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida.
A educação tem hoje, portanto, um grande desafio: garantir o acesso aos conteúdos básicos que a escolarização deve proporcionar a todos os indivíduos, inclusive àqueles com necessidades educacionais especiais.
Sendo assim, com base nas necessidades dos deficientes visuais o professor precisa criar atividades que utilizem a criatividade do próprio deficiente para enriquecer suas aulas e motivar seus alunos à aprendizagem. Para explorar sua criatividade, o professor necessita dominar a fundamentação teórica que embasa seu trabalho, além de ter claros seus objetivos e deixar fluir sua imaginação.
Certamente, cada indivíduo vai requerer diferentes estratégias pedagógicas que lhes possibilitem o acesso à herança cultural, ao conhecimento socialmente construído e à vida produtiva, condições essenciais para a inclusão social e o pleno exercício da cidadania. Entretanto, devemos conceber essas estratégias não como medidas compensatórias e pontuais, mas sim como parte de um projeto educativo e social de caráter emancipatório e global.
A construção de uma sociedade inclusiva é um processo de fundamental importância para o desenvolvimento e a manutenção de um Estado democrático. Entende-se por inclusão a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade. Sociedade essa que deve estar orientada por relações de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida.
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